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terça-feira, 18 de março de 2014

Recomeços

Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...

Miguel Torga              

                              

domingo, 8 de dezembro de 2013

"Puff e desaparecem"

E assim, do nada, como se de um vendaval inesperado se tratasse... PUUUM!

Patadona do caralho! No coração, no orgulho, nas recordações, nas tristezas, nas alegrias... em tudo, basicamente.

Mas pior? Pior foi a "inveja", se é que posso chamar-lhe isso.

Mas também um pouco da minha malvadez a querer esfregar na cara de alguém "that she's not the first"!



Talvez eu seja demasiado boa pessoa... Ou demasiado magoada para ser má?
Talvez pense demais. Penso que não devia ficar assim, é injusto, é infantil...

Quando é que crescemos, mesmo? Quero que aquele momento em que estes sentimentos fazem "puff" e desaparecem chegue bem rápido. Estou mesmo a precisar de alguma maturidade, urgente, de preferência!



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Just kiss me... to make it right!

Kiss Me, Oh Kiss Me __ David Fonseca

So when the fight is over,
And the storm is through,
Now will you pick another?
What will you get into?

So you stand in the corner,
With those boxing gloves on you,
You're old, scared and lonely,
We've all been there too… 
We've been all there too…

Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might, take them home with me.

And the cracks in the pavement,
Yeah we've all fell there before,
And bones built into skeleton,
We've all been through that door.

Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might…

Kiss me, oh kiss me,
Will that make things right ?
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might…
I just might, take you home.

{Todos precisamos daquele alguém... O alguém com quem partilhamos o peso dos dias, o medo de dar o passo em frente, as tristezas que surgem no caminho, as alegrias e surpresas que a vida nos vais proporcionando.Todos precisamos daquele alguém que nos diga "Vem, vamos para casa!" quando estamos perdidos e nenhuma direcção faz sentido... Quando olhamos em volta e tudo parece vago e distorcido.  E nós vamos. E as duvidas, e as incertezas, e os temores desaparecem, como por magia, quando os lábios quentes nos tocam a testa ou a pontinha do nariz, em jeito de suplica para que a tristeza parta. E como acto reflexo, um sorriso é esboçado, muito ténue, como se tivesse medo que outra onda viesse e embrulhasse aquele momento bom num turbilhão desgovernado de pensamentos receosos do futuro.Mas o beijo todo o mal apaga, e deixa só a certeza de não estarmos sós nessa estrada...}

segunda-feira, 25 de março de 2013

Coragem

Corajoso não é aquele que enfrenta o desafio sem medo algum...




... Corajoso é aquele que, cheio de medo, enfrenta o desafio!





quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Kristy, Are You Doing Okay? __ The Offspring


There's a moment in time
And it's stuck in my mind

Way back, when we were just kids
Cause your eyes told the tale
Of an act of betrayal
I knew that somebody did
Oh, waves of time
Seem to wash away
The scenes of our crimes
For you this never ends
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Though the marks on your dress
Had been neatly repressed
I knew that something was wrong
And I should have spoke out
And I'm so sorry now
I didn't know
Cause we were so young
Oh, clouds of time
Seem to rain on
Innocence left behind
And it never goes away
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Oh, clouds of time
Seem to rain on
Innocence left behind
And it never goes away
never goes away
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away

{Can I?}

domingo, 16 de setembro de 2012

Será....?

- No outro dia ouvi uma música na rádio que me deixou a pensar. Será o amor que não me encontra, ou eu que fujo dele?
- Se tivesse que apostar, era na segunda!

-.-

Será?

Valsinha __ Chico Buarque


Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz

{Não sei o que estás a querer dizer, coração... Mas já sabes que não gosto!}

sábado, 15 de setembro de 2012

One Night Stand

Não, não gosto de 'one night stands'...
Fazem com que a vida se pareça com um jogo de pacman, onde o 'score' são as pessoas que "papaste", em vez das bolinhas amarelas.
No entanto, a semelhança fica-se por aí... Na vida o labirinto é muito maior, os fantasmas são mais, "papar" pessoas não dá 'score' e não podes fazer "Play Again" quando no ecrã aparecer "Game Over"...

Por isso não, não gosto desse jogo.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

[...] Em suma, das cenas...

Encontrar um título para esta publicação não foi fácil.
Na verdade, o título até existe, mas é demasiado grande para título.



De todas as coisas que podia desejar ter agora há uma que, caso a vida nos concedesse desejos, eu desejaria acima de todas as outras: alguém!

Mas não um alguém qualquer, obviamente. Desejava ter aquele alguém que nos espera ao fim do difícil, cansativo e preenchido dia com um sorriso, um abraço quente e apertado, um beijo na testa e a paciência infinita de esperar, sem nada perguntar, pela corrente de lágrimas e desabafos que cai sobre mim em alturas de stress e responsabilidade.
Alguém (parcialmente) externo a tudo isto...
Alguém que confiasse em mim... e que acreditasse que vou ser capaz!

Capaz de realizar tudo a que me comprometi, da maneira que exijo a mim mesma que seja feito: o melhor possível!

Não quero com isto dizer não haver pessoas que acreditem ou confiei em mim (espero eu), mas esta confiança de que falo é diferente... Não consigo explicar em que termos, mas é diferente.

No entanto, e para grande e profunda tristeza minha, sinto que ninguém me conhece. Nem mesmo que conviveu de perto comigo durante tanto tempo.
Talvez nem eu me conheça...
Mas conheço as minhas intenções, pelo menos.

Tenho pena de não ter grande esperança na minha própria geração. Se há uns anos acreditava plenamente que eram possíveis histórias como a dos meus avós ou a dos meus pais, hoje essas esperanças estão completamente mortas.
Resta-me ir acreditando (pelo menos tentar) que o amanhã vai ser melhor.


Quando a vida conceder desejos sei bem o que vou pedir.
Até lá escrevo aqui... e espero que me ajude. Se não ajudar, olha, faço como fiz até agora: luto sozinha, choro sozinha, ralho comigo mesma e abraço-me a mim mesma (ou com a minha gata, ás vezes).
E assim se vai (sobre)vivendo, assim se vão passando os dias.



Ah, quanto aos objectivos que fiz no ano novo, parece não terem surtido os efeitos desejados, talvez por parco empenho da minha parte. Assim sendo, comprometo-me a mudar, verdadeiramente.
E nunca, nunca mais, quero ouvir a expressão "velha da praça" sair da boca da minha mãe. Se há pessoa que idolatro e aos calcanhares de quem nunca vou chegar, mas a isso aspiro, é ela.
Nunca ninguém conseguirá pagar aquilo que ela sofreu e sofre por toda a gente! Muito menos todo o esforço, paciência e grande dose de razão para com tudo e mais alguma coisa!
Só tenho pena de não conseguir ser dessa maneira... Tenho pena que aquilo que tento fazer e que tenho de bom não se sobreponha ao meu feitio "viboresco" e muito pouco apreciado. (Também lamento as minhas "saídas" pouco felizes, muitas vezes ditas em brincadeira mas levadas sempre a sério... Vou tentar diminuir consideravelmente.)

Da minha parte tenho dias em que lamento ser assim... Mas é como sou! (E se eu não for gostando de mim, não sei quem gostará.)



Ps: Para que conste, o título desta publicação deveria ser: "Do desejável e dos desejos à mistura com desabafos, lágrimas e mau feitio. Da vida e da falta de confiança nela, nas pessoas e, talvez, em mim mesma. De muitas coisas... Mas, acima de tudo, do misto de sentimentos divergentes e da necessidade do "alguém". Em suma, das cenas."

Pps: Não é normal a minha pessoa estar do lado das "pessoas que não compreendem", mas sim dos "incompreendidos". Por isso, acreditem, eu sei do que falo (e do que falei) quando digo que compreendo o como é estar nos dois lados e reconheço as dificuldades. Não o disse para parecer bem ou camuflar criticas feitas anteriormente. Até porque as mantenho todas, reafirmo e voltava a fazer tudo igual!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Da cobardia, dos sentimentos e das despedidas.

Eu odeio pessoas sem coragem...

Mas devo dizer que ao apreciar as belas atitudes que venho a ter desde ontem sou uma valente cobarde, para não chamar outra coisa!

Eu sei que é sempre mais fácil aceitarmos certas coisas das pessoas por quem não temos sentimentos, mas porra! Era só uma dança!
Talvez tenha sido por me lembrar que da ultima vez também foi só uma dança... E depois foi tudo aquilo que se viu.
Talvez seja pela tua condição. Não quero sair magoada nem ser a outra.
Talvez seja por ter medo de deixar que o sentimento cresça...

Mas que explicação dou á falta de coragem para sair do carro? Para ir lá e passar a tarde como sempre fiz? Será por não gostar de despedidas? Ou por estar saturada de me despedir das pessoas de quem gosto, das pessoas que me fazem sentir bem?


Quando pensava que estava a melhorar, que estava bem, pimba! Patada na boca!

Foi quando me conformei que as coisas acontecem, eventualmente, e deixei de procurar, que vos encontrei. E para quê? Para me acobardar e só fazer besteira! Para voltar a ter a sensação de que não vale a pena fazer qualquer tipo de planos... Nem ter qualquer tipo de sonho.

E dizia eu que não gostava de cobardia... Agora até tenho medo de sonhar.

Já percebo porque recusei dançar contigo: não quero gostar de ti!
E sabes porquê? Porque não quero que te vás embora... Todas as pessoas de quem gosto vão embora.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Coisas simples =,)

Anda Comigo Ver os Aviões _ Os Azeitonas


Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu
Anda comigo ao porto de leixões ver os navios
A levantar ferro
A rasgar o mar
Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
(mas que eu morra aqui)
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar as curvas
A queimar pneus
Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as núvens
A rasgar o céu...
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu vou jogar a bola
Ou vendo esta viola
Nem que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti


{Eu sou feliz com coisas simples! Não preciso de prendas nem de luxos... A única coisa que eu preciso para ser feliz é 'ver aviões levantar voo', ou ver a lua... Não preciso de a ter!Sou feliz com um abraço apertado. Sou feliz com uma conversa descontraída e alegre. Sou feliz com um simples passeio. Sou feliz com um dia como o de hoje, mais cinzentinho. =)
Sou uma pequena tola do mundo que vai sorrindo sozinha na rua quando vê uma criança a rir ou quando tem, simplesmente, um pensamento feliz.
Sou uma pequena e simples tola que vai tentando ser feliz, com pequenas e simples coisas.}

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Amizade #5

-O brilho do teu olhar apagou-se...
 Não gosto quando olho para ti e só vejo o teu antigo "eu": dura, fria e imperceptível.
-Gostavas mais quando era vulnerável,é?
- Gostava mais quando eras mais 'pessoa' e menos essa 'muralha' de pedra fria que constróis à tua volta e deixa toda gente de fora! (-.-)
-Pois... O problema foi quando deixei cair essa 'muralha'. Saí demasiado magoada...
-E quando deixas essa 'muralha' erguida magoas todos os que querem chegar a ti e esbarram contra essa parede.
 Não eras tu que tinhas medo de ficar sozinha?
-E sou...!
-Então, por que não abres uma porta?
-E se for uma janela? Assim sei quem se esforça para chegar a mim... E não se aproveita do facto de ser simpática.
-Sinto que voltámos ao início da conversa... (-.-)
-Sinto que não chegámos a sair de lá! (-.-)
 Era suposto ajudares-me com este sentimento de merda!...
-Really?!... (-.-)





"Os verdadeiros amigos vão ter sempre uma paciência infinita para as nossas crises!"


É bom saber...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Conselho

Mas por que razão desconhecida vêm as pessoas pedir-me conselhos amorosos? A mim!!! À pessoa que não percebe a ponta de um corno de tudo o que esteja relacionado com amor, sentimentos e seres do sexo masculino (ou feminino, hoje em dia já não se sabe...) !!!


Se querem um conselho, eu dou:

Não me peçam conselhos!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O peso da realidade

Começo a curvar-me ao peso da realidade...



... Eu devo ser um ser realmente muito estranho e completamente descontextualizada de tudo e todos.
Ou fiquei assim, algures pelos meus curtinhos 20 anos...

domingo, 20 de novembro de 2011

Desabafo...

Odeio aqueles momentos em que fico a olhar para uma qualquer fotografia antiga.
Traz-me recordações e recria-se na minha cabeça todo aquele momento, aquele dia, aqueles tempos.

Mudam-se os tempos, mudam-se os ventos, mudam-se os lados (tantas vezes o mesmo e agora opostos), mudam-se os gostos e as vontades... E eu ainda aguardo que o meu sentimento mude. Que um dia parta com um desses ventos instáveis e me deixe só a recordação e não o vazio, a saudade e a mágoa.

Ninguém permanece na nossa vida para sempre...e só a morte é tida como certa.
Olhem, bela merda!...

sábado, 29 de outubro de 2011

Angie

Por vezes, eu e a minha gata ficamos a olhar-nos fixamente.
Gosto de ficar ali a olhá-la nos olhos, a tentar lê-la, a tentar deslindar o que a leva a querer mandar o meu pc para o chão... Mas chego sempre á mesma conclusão de nunca a vir a perceber.
E isso não me chateia.
Não me chateia não a entender. Não me chateia não perceber o fascínio dela pelo meu lavatório, ou pelo papel higiénico da casa de banho, ou pela impressora... Não me chateia que ela tenha comportamentos estranhos. Ela é assim. E eu gosto dela assim... Mesmo quando tenta destruir o meu tapete, ou ataca os meus canários, ou fica estupidamente a olhar para o aquário.
Ela é tão simples e mesmo assim nunca a vou compreender... Mas também nunca me vou chatear por isso. Vou sempre rir das suas figuras e ficar levemente irritada com a sua atitude superior (mesmo quando faz asneiras). Mas nunca chateada, por que sei que quando eu precisar que ela me venha secar as lágrimas ela vai estar ali, a ronronar bem juntinha a mim e sem fazer perguntas ou julgamentos.

Gostava que as pessoas fossem mais assim... E que eu fosse mais assim com as pessoas.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ás vezes...

... é bom "morrer" para o resto do mundo.
Ficar deitada o dia todo, não responder nem atender o telemóvel, não vir ao pc...

Deixa-nos pensar, olhar para dentro.

Ás vezes esqueço-me de me olhar.




(Btw, estás com péssimo aspecto, moça.)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Coisa

Existe uma coisa...aquela coisa. Aquilo, que eu não sei o que é, mas que me consegue obrigar a dançar, a cantar e a sorrir quando me apetece chorar até não ter mais lágrimas.

Um dia disse a brincar que seria uma daquelas tias solteironas a viver sozinha só com gatos e cães... Óbvio que não é o que desejo para mim, mas o destino parece gostar de gozar com a brincadeiras do pessoal.

Cá se vai andando... Com a cabeça entre as orelhas.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Até já.

Hoje ainda fica um 'até já'.

Sei que não resistirá para sempre, e um dia o 'adeus' será definitivo. Talvez tivesse sido melhor ter dito 'adeus' logo no inicio, em vez de ir dizendo 'até já'. Agora é mais difícil...
Embora dizer 'adeus' nunca seja fácil.
Um dia, quem sabe, eu seja capaz de largar e gritar-te um 'adeus'.

Hoje ainda fica o 'até já', um pouco na esperança que nunca venha a ser 'adeus', mas consciente dessa cada vez mais inevitável possibilidade.

domingo, 9 de outubro de 2011

Todos os santos dias...

"Talvez eu não chore, mas dói.
Talvez eu não diga, mas eu sinto.
Talvez eu não mostre, mas eu importo-me."