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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Just kiss me... to make it right!

Kiss Me, Oh Kiss Me __ David Fonseca

So when the fight is over,
And the storm is through,
Now will you pick another?
What will you get into?

So you stand in the corner,
With those boxing gloves on you,
You're old, scared and lonely,
We've all been there too… 
We've been all there too…

Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might, take them home with me.

And the cracks in the pavement,
Yeah we've all fell there before,
And bones built into skeleton,
We've all been through that door.

Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might…

Kiss me, oh kiss me,
Will that make things right ?
Try me, find me, just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might…
I just might, take you home.

{Todos precisamos daquele alguém... O alguém com quem partilhamos o peso dos dias, o medo de dar o passo em frente, as tristezas que surgem no caminho, as alegrias e surpresas que a vida nos vais proporcionando.Todos precisamos daquele alguém que nos diga "Vem, vamos para casa!" quando estamos perdidos e nenhuma direcção faz sentido... Quando olhamos em volta e tudo parece vago e distorcido.  E nós vamos. E as duvidas, e as incertezas, e os temores desaparecem, como por magia, quando os lábios quentes nos tocam a testa ou a pontinha do nariz, em jeito de suplica para que a tristeza parta. E como acto reflexo, um sorriso é esboçado, muito ténue, como se tivesse medo que outra onda viesse e embrulhasse aquele momento bom num turbilhão desgovernado de pensamentos receosos do futuro.Mas o beijo todo o mal apaga, e deixa só a certeza de não estarmos sós nessa estrada...}

segunda-feira, 25 de março de 2013

Coragem

Corajoso não é aquele que enfrenta o desafio sem medo algum...




... Corajoso é aquele que, cheio de medo, enfrenta o desafio!





quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Kristy, Are You Doing Okay? __ The Offspring


There's a moment in time
And it's stuck in my mind

Way back, when we were just kids
Cause your eyes told the tale
Of an act of betrayal
I knew that somebody did
Oh, waves of time
Seem to wash away
The scenes of our crimes
For you this never ends
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Though the marks on your dress
Had been neatly repressed
I knew that something was wrong
And I should have spoke out
And I'm so sorry now
I didn't know
Cause we were so young
Oh, clouds of time
Seem to rain on
Innocence left behind
And it never goes away
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Oh, clouds of time
Seem to rain on
Innocence left behind
And it never goes away
never goes away
Can you stay strong?
Can you go on?

Kristy are you doing okay?
A rose that won't bloom
Winter's kept you
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away
Don't waste your whole life trying
To get back what was taken away

{Can I?}

domingo, 16 de setembro de 2012

Será....?

- No outro dia ouvi uma música na rádio que me deixou a pensar. Será o amor que não me encontra, ou eu que fujo dele?
- Se tivesse que apostar, era na segunda!

-.-

Será?

Valsinha __ Chico Buarque


Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz

{Não sei o que estás a querer dizer, coração... Mas já sabes que não gosto!}

segunda-feira, 11 de junho de 2012

P'rá Vida...

"E levantar-te-ei, e levar-te-ei nas asas de águia. Suster-te-ei na brisa da manhã, far-te-ei brilhar como o sol. Assim, nas minhas mãos, viverás!"


Aqui há uns tempos, um amigo fez-me o elogio mais bonito que alguma vez ouvi.

Ele (Ao passar uma rapariga bonita) - Txi! Divertia-me contigo à grande!
Eu - Estúpido! Vocês são todos iguais, credo!
Ele - Oi? Se não te conhecesse diria que estás com ciúmes ou coisa parecida... Também não tens muito que te queixar! Deve ser frequente para ti ouvires este tipo de coisas.
Eu - Na verdade não! E dispenso esse tipo de 'piropo do trolha'!

(Passado alguns momentos)

Ele (Em jeito de reflexão) - Sabes, percebo porque não és alvo destas... Hum... 'Coisas'.
Eu - Como assim? Assusto as pessoas, é?
Ele - É por aí, mas não num mau sentido. Na verdade tu és uma rapariga que eu acredito que muitos rapazes gostassem de ter. Mas não se metem contigo por que não és o tipo de rapariga que 'se come e deita fora'... Quando for para se meterem contigo, és o tipo de rapariga para 'casar e partilhar o resto da vida'!



{Pergunto-me quando encontrarei (se é que ainda existe) um rapaz que pense assim.
E que me levante, que me leve nas suas asas. Que me acorde como a brisa da manhã. Que me faça sorrir e me deixe brilhar, ser o seu sol. Que me deixe viver nas suas mãos, nos seus braços...}

quarta-feira, 30 de maio de 2012

[...] Em suma, das cenas...

Encontrar um título para esta publicação não foi fácil.
Na verdade, o título até existe, mas é demasiado grande para título.



De todas as coisas que podia desejar ter agora há uma que, caso a vida nos concedesse desejos, eu desejaria acima de todas as outras: alguém!

Mas não um alguém qualquer, obviamente. Desejava ter aquele alguém que nos espera ao fim do difícil, cansativo e preenchido dia com um sorriso, um abraço quente e apertado, um beijo na testa e a paciência infinita de esperar, sem nada perguntar, pela corrente de lágrimas e desabafos que cai sobre mim em alturas de stress e responsabilidade.
Alguém (parcialmente) externo a tudo isto...
Alguém que confiasse em mim... e que acreditasse que vou ser capaz!

Capaz de realizar tudo a que me comprometi, da maneira que exijo a mim mesma que seja feito: o melhor possível!

Não quero com isto dizer não haver pessoas que acreditem ou confiei em mim (espero eu), mas esta confiança de que falo é diferente... Não consigo explicar em que termos, mas é diferente.

No entanto, e para grande e profunda tristeza minha, sinto que ninguém me conhece. Nem mesmo que conviveu de perto comigo durante tanto tempo.
Talvez nem eu me conheça...
Mas conheço as minhas intenções, pelo menos.

Tenho pena de não ter grande esperança na minha própria geração. Se há uns anos acreditava plenamente que eram possíveis histórias como a dos meus avós ou a dos meus pais, hoje essas esperanças estão completamente mortas.
Resta-me ir acreditando (pelo menos tentar) que o amanhã vai ser melhor.


Quando a vida conceder desejos sei bem o que vou pedir.
Até lá escrevo aqui... e espero que me ajude. Se não ajudar, olha, faço como fiz até agora: luto sozinha, choro sozinha, ralho comigo mesma e abraço-me a mim mesma (ou com a minha gata, ás vezes).
E assim se vai (sobre)vivendo, assim se vão passando os dias.



Ah, quanto aos objectivos que fiz no ano novo, parece não terem surtido os efeitos desejados, talvez por parco empenho da minha parte. Assim sendo, comprometo-me a mudar, verdadeiramente.
E nunca, nunca mais, quero ouvir a expressão "velha da praça" sair da boca da minha mãe. Se há pessoa que idolatro e aos calcanhares de quem nunca vou chegar, mas a isso aspiro, é ela.
Nunca ninguém conseguirá pagar aquilo que ela sofreu e sofre por toda a gente! Muito menos todo o esforço, paciência e grande dose de razão para com tudo e mais alguma coisa!
Só tenho pena de não conseguir ser dessa maneira... Tenho pena que aquilo que tento fazer e que tenho de bom não se sobreponha ao meu feitio "viboresco" e muito pouco apreciado. (Também lamento as minhas "saídas" pouco felizes, muitas vezes ditas em brincadeira mas levadas sempre a sério... Vou tentar diminuir consideravelmente.)

Da minha parte tenho dias em que lamento ser assim... Mas é como sou! (E se eu não for gostando de mim, não sei quem gostará.)



Ps: Para que conste, o título desta publicação deveria ser: "Do desejável e dos desejos à mistura com desabafos, lágrimas e mau feitio. Da vida e da falta de confiança nela, nas pessoas e, talvez, em mim mesma. De muitas coisas... Mas, acima de tudo, do misto de sentimentos divergentes e da necessidade do "alguém". Em suma, das cenas."

Pps: Não é normal a minha pessoa estar do lado das "pessoas que não compreendem", mas sim dos "incompreendidos". Por isso, acreditem, eu sei do que falo (e do que falei) quando digo que compreendo o como é estar nos dois lados e reconheço as dificuldades. Não o disse para parecer bem ou camuflar criticas feitas anteriormente. Até porque as mantenho todas, reafirmo e voltava a fazer tudo igual!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Amizade #5

-O brilho do teu olhar apagou-se...
 Não gosto quando olho para ti e só vejo o teu antigo "eu": dura, fria e imperceptível.
-Gostavas mais quando era vulnerável,é?
- Gostava mais quando eras mais 'pessoa' e menos essa 'muralha' de pedra fria que constróis à tua volta e deixa toda gente de fora! (-.-)
-Pois... O problema foi quando deixei cair essa 'muralha'. Saí demasiado magoada...
-E quando deixas essa 'muralha' erguida magoas todos os que querem chegar a ti e esbarram contra essa parede.
 Não eras tu que tinhas medo de ficar sozinha?
-E sou...!
-Então, por que não abres uma porta?
-E se for uma janela? Assim sei quem se esforça para chegar a mim... E não se aproveita do facto de ser simpática.
-Sinto que voltámos ao início da conversa... (-.-)
-Sinto que não chegámos a sair de lá! (-.-)
 Era suposto ajudares-me com este sentimento de merda!...
-Really?!... (-.-)





"Os verdadeiros amigos vão ter sempre uma paciência infinita para as nossas crises!"


É bom saber...

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Navegando... e Naufragando

Cada Lugar Teu __ Mafalda Veiga

Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu.
Tento entender o rumo que a vida nos faz tomar,
tento esquecer a mágoa
e guardar só o que é bom de guardar.

Pensa em mim, protege o que eu te dou...
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou.
Sem ter defesas que me façam falhar,
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar.

Fica em mim, que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi.
E até o que virá, e até o que eu sonhei,
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei.

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve p'ra longe de nós.
E que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça, num gesto só...

Eu vou guardar cada lugar teu,
ancorado em cada lugar meu,
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar!


Eu vou guardar cada lugar teu,
ancorado em cada lugar meu,
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar!






{Já cheguei um dia a esse "lugar" que realmente só é possível alcançar se não se tiver medo do que possa acontecer... e naufraguei.
E agora? Conseguirei a coragem para me voltar a lançar ao mar sem medo de naufragar novamente?
Também me pergunto se guardarás contigo alguma coisa... ás vezes parece que que não... e isso entristece-me.}

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O peso da realidade

Começo a curvar-me ao peso da realidade...



... Eu devo ser um ser realmente muito estranho e completamente descontextualizada de tudo e todos.
Ou fiquei assim, algures pelos meus curtinhos 20 anos...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sonhar acordada...

Vão sempre existir aquelas músicas, aquelas imagens, aquelas séries, aqueles filmes, aqueles momentos... que nos enganam e parecem parar o tempo. Ficamos ali, parados no espaço (mas não no tempo), deixando a nossa imaginação chegar-se à beira do parapeito e saltar, livre, deixando-se cair a pique só para mais tarde soltar as asas e planar bem juntinha à linha que separa o sonho da realidade.
Ficamos ali sem dar pelo tempo passar: somos heróis, somos vitimas á espera de socorro, somos amados, somos bailarinas ou príncipes, somos actores e actrizes, cantores, médicos, escritores, somos psicólogos, advogados, alunos e filhos perfeitos, somos os melhores amigos... ás vezes até achamos que nem somos nós, mas sim alguém que gostaríamos de ser.
Certo é que, na maioria desses sonhos, a personagem principal não passa de uma projecção de nós mesmos capaz de concretizar e atingir, naquela realidade abstracta, aquilo que não conseguimos realizar ou obter fora da nossa imaginação.



Nhec...



Nem sempre pensamos assim, mas a verdade é que isto se trata de uma partida muito feia do nosso psicológico: faz-nos perder tempo e ainda nos ilude e ficamos ali feitos tolos á espera que algo nos caia do céu.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Dizeres

Um dia disseram-me que não importa se bem se mal, o que importa é que falem de nós.

Não concordo e, no que diz respeito directo à minha pessoa, acho que se falam mal é porque a impressão que lhes deixei foi má, o que, na grande maioria das situações, não era de todo a minha intenção.

Ah! Mas se não falassem significaria que não as teria marcado, de alguma forma. Okay... Mas marcar negativamente não é, a meu ver, positivo, ainda que visto dessa perspectiva.

A verdade é que não se pode agradar a todos, e cá para mim eu desagrado a muita gente.

Ainda assim, prefiro que não falem! Prefiro que ignorem os meus fazeres/dizeres desagradáveis e façam de conta que eu sou só mais uma pessoa no mundo, igual a tantas outras, com o seu particular feitio e com os seus erros humanos.


Atenciosamente,

Uma pessoa com tanto de odiosa como de amorosa.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Amar

Conhecer alguém.
Apaixonar-se por esse alguém.
Estar com esse alguém e só ver qualidades e coisas boas.
Deixar passar o tempo de "lua-de-mel".

Conhecer melhor o alguém.
Ver os defeitos e as coisas más.

Continuar apaixonado e a amar esse alguém, tal e qual quando só existiam qualidades e coisas boas.
Deixar passar o tempo, o resto do tempo, juntos.







"Quase sempre só se ama assim uma ou duas pessoas e muito distanciadas uma da outra, temporalmente."

sexta-feira, 25 de março de 2011

...

... hoje apetece-me chorar.

E nem tenho tido razões para tal...

Ás vezes, sem querer, sinto-me a desejar que certas pessoas nunca tivessem entrado na minha vida.

Ás vezes gostava de conseguir ignorar melhor certas...errr... "situações", que nem me dizem (ou não deviam dizer) respeito.

Ás vezes sinto que a minha vida é um ciclo vicioso da qual nunca vou conseguir sair.

Estou estragada...
Algo em mim não funciona mais como um dia funcionou.

E mesmo com todas estas pessoas á minha volta, há momentos em que me sinto só. Em que me consigo ver sozinha no futuro...

Há momentos em que me sinto tão perdida, sem saber o que fazer, sem saber o que dizer, sem saber como agir, sem saber o que pensar ou o que sentir, que me perco no sitio onde estou. Perco-me no tempo, que vai passando por mim. Perco-me em pensamentos dolorosos, que me vão tentando levar de novo para o poço de onde estou tão perto de sair...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Tatiana

"De origem russa, derivado do latim Taciano. Controlada, objectiva, sociável, entusiasta e líder."










Really? Onde é que anda a minha personalidade???

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Amor? Paixão? Wtf?

Hoje lixaram-me!


...perguntaram-me como é que é estar apaixonado...




???









Fica aqui prometida uma futura reflexão sobre o assunto.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

The Bangles_ Eternal Flame

Close your eyes, give me your hand, darling
Do you feel my heart beating?
Do you understand?
Do you feel the same?
(or) Am I only dreaming?
Is this burning an eternal flame?

I believe it's meant to be, darling
I watch when you are sleeping
You belong with me
Do you feel the same?
(or) Am I only dreaming?
Or is this burning an eternal flame?

Say my name the sun shines through the rain
A whole life so lonely
And then you come and ease the pain
I don't want to lose this feeling
Oh, oh

Close your eyes, give me your hand, darling
Do you feel my heart beating?
Do you understand?
Do you feel the same?
Am I only dreaming?
Or is this burning an eternal flame?




Como se pode dar a mão a alguém de olhos fechados? Isso é entregar tudo o que somos a outro... É confiar nela tão cegamente que lhe confiaríamos a nossa vida.
E como se volta a confiar quando demos a mão de olhos fechados mas largaram-nos á beira do abismo?

domingo, 19 de dezembro de 2010

O fim... Ou o começo?

Está a chegar o fim do ano... Tempo para balanços, para olhar para o conjunto dos 12 meses que passaram e pensar no que se fez deles.
Não sei muito bem como começar... Fazer o "Bom-Mau" tipo balança?! Fazer uma avaliação conjunta sem dar demasiada importância a certos acontecimentos?!...

Vejamos ,então...

O Mau:
- Deixei 2 cadeiras de 5 e fiz as outras 3 com notas medíocres (referindo-me ao 1º Semestre do 1º ano de faculdade);
- Embebedei-me e estraguei noites...
- De alguma maneira magoei muito a pessoa que mais amava;
- Consegui acabar com um namoro de 4 anos e tal;
- Perdi o meu melhor amigo;
- Desisti de ir á faculdade;
- Perdi mais amigos...;
- Passei dias fora de casa;
- Não fiz nenhuma cadeira no 2º Semestre;
- Fiz sofrer muita gente (Mãe, amigos...);
- Envolvi-me com alguém de quem não gostava verdadeiramente;
- Lutei (ou achei que lutei) e não valeu a pena;
- Menti a mim mesma;
- Perdi uma tia (e grande amiga) por culpa da minha família;
- Toda a minha família se está a afundar... e estão a levar os meus pais com eles;
- Quase nunca estive com o meu pai;
- A minha mãe está a entrar em depressão;
- Deixei de dançar;
- Eu estive a entrar em depressão;
- Perdi outra tia, que era como uma avó e que sofria, neste momento, da mesma doença que impede a minha verdadeira avó de estar ao nosso lado normalmente;
- Descobri que tenho medo de muito mais coisas do que aranhas, tratamentos médicos ou aviões;
- Descobri que não gosto do natal;
- Voltei a não ir á faculdade;
- Eu não sei, não soube (mas espero, eventualmente vir a saber) lidar com tudo isto;
- Descobri que não sou tão forte como achava que era... e que não consigo estar em todo o lado.

O Bom:

- Ganhei uma afilhada linda que me enche o coração de alegria e vontade de ver o futuro com melhores olhos;
- Ganhei alguns amigos fantásticos e descobri grandes amigos em amigos antigos;
- Aproximei-me da minha mãe e da minha irmã;
- Voltei á piscina;
- Voltei a escrever;
- Voltei a ver séries;
- Vi alguns dos melhores concertos da minha vida;
- Vi que estás feliz.

Bem...não me parece que haja muito a dizer. Sinto que algo me está a tentar tirar tudo... Mas também sinto que aquilo que consegui de bom talvez vá superando o mau, aos poucos, devagar... E se o "mau" abrandar um pouco talvez me levante com força suficiente para "arranjar" tudo quanto destruí este ano (ou o que for possível de ser "arranjado").